sábado, 4 de janeiro de 2014
Oh mar salgado, quanto do teu sal...(não é nada disto, só não sabia que título colocar)
Salgado, mas com uma doçura que me destrói.
Ora tempestuoso, ora sossegado. Imprevisível. Tal e qual como eu.
Oh Mar, gosto tanto de ti e de estar por perto!
Foto: Farol da Nazaré.
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